Prezadas/os NUPAEanas/os
Conforme combinado na última reunião NUPAE, compartilho com vocês a minha participação no “Seminário Internacional Fazendo Gênero 10 – Desafios atuais dos Feminismos”, que aconteceu entre os dias 16 e 20 de setembro de 2013, na UFSC, Florianópolis/SC.
O Seminário é promovido pelo Centro de Filosofia e Ciências Humanas e pelo Centro de Comunicação e Expressão, em parceria com a Universidade Estadual de Santa Catarina – UDESC.
Realizado desde 1994, o Seminário já está consolidado como importante espaço de discussões no campo de estudos feministas e de gênero.
Com 5.000 participantes, o Seminário discutiu questões de gênero e feminismos em 28 mesas-redondas e 114 simpósios temáticos, incluindo tópicos como desigualdade de gênero no âmbito do trabalho, as lutas pelos direitos LGBT, subordinações de gênero, classe, gerações, raça/etnia e deficiência, entre outros.
Além de algumas comunicações, estive presente na Mesa-Redonda “Gênero e Diversidade na Escola: Experiência e Práticas Pedagógicas na Formação de Professores de Educação Básica (GDE).
O GDE é um curso de formação continuada a distância para professoras/es de magistério da educaçao básica. Oferecido pelo MEC, tem como finalidade promover o debate sobre a educação como um direito fundamental, que precisa ser garantido a todos e todas sem qualquer distinção, promovendo a cidadania, a igualdade de direitos e o respeito à diversidade sociocultural, étnico-racial, etária e geracional, de gênero e orientação afetivo-sexual.
O tema gênero e diversidade me chama atenção desde que fui bolsista no curso de formação continuada PATRI, na UNIVILLE, em 2010 e 2011 e cujo tema é presente em minha dissertação também. A imensa maioria dos profissionais de educação que participam das formações são mulheres. Em mais de 335 profissionais de educação participantes das formações, apenas 2 homens estavam presentes, e ainda assim, não concluíram o curso.
Alguns pontos foram levantados na Mesa-Redonda em Florianópolis. Um deles foi o comentário da Professora Miriam Grossi sobre a necessidade dos/as professores/as participantes das Formações terem mais encontros presenciais. Eles/elas sentem falta das trocas de experiências, interação e por que não, de afetos, que não são possíveis na modalidade online.
Outro comentário foi também da Professora Miriam Grossi sobre a importância de oferecer a formação continuada não só para os/as professores/as, mas também para alunos e alunas dos cursos de Pedagogia.
Considero importante a discussão sobre a forte tendência e já realidade dos cursos a distância e de pensarmos na possibilidade de também trabalharmos com formaçao continuada a distância.
Para finalizar, gostaria de chamar atenção para a pertinência da discussão do tema LGBT na Educação, temática presente no cotidiano da sala de aula e no dia-a-dia, que nos faz crescer como cidadãos conscientes da necessidade de respeito e igualdade social.
Conforme combinado na última reunião NUPAE, compartilho com vocês a minha participação no “Seminário Internacional Fazendo Gênero 10 – Desafios atuais dos Feminismos”, que aconteceu entre os dias 16 e 20 de setembro de 2013, na UFSC, Florianópolis/SC.
O Seminário é promovido pelo Centro de Filosofia e Ciências Humanas e pelo Centro de Comunicação e Expressão, em parceria com a Universidade Estadual de Santa Catarina – UDESC.
Realizado desde 1994, o Seminário já está consolidado como importante espaço de discussões no campo de estudos feministas e de gênero.
Com 5.000 participantes, o Seminário discutiu questões de gênero e feminismos em 28 mesas-redondas e 114 simpósios temáticos, incluindo tópicos como desigualdade de gênero no âmbito do trabalho, as lutas pelos direitos LGBT, subordinações de gênero, classe, gerações, raça/etnia e deficiência, entre outros.
Além de algumas comunicações, estive presente na Mesa-Redonda “Gênero e Diversidade na Escola: Experiência e Práticas Pedagógicas na Formação de Professores de Educação Básica (GDE).
O GDE é um curso de formação continuada a distância para professoras/es de magistério da educaçao básica. Oferecido pelo MEC, tem como finalidade promover o debate sobre a educação como um direito fundamental, que precisa ser garantido a todos e todas sem qualquer distinção, promovendo a cidadania, a igualdade de direitos e o respeito à diversidade sociocultural, étnico-racial, etária e geracional, de gênero e orientação afetivo-sexual.
O tema gênero e diversidade me chama atenção desde que fui bolsista no curso de formação continuada PATRI, na UNIVILLE, em 2010 e 2011 e cujo tema é presente em minha dissertação também. A imensa maioria dos profissionais de educação que participam das formações são mulheres. Em mais de 335 profissionais de educação participantes das formações, apenas 2 homens estavam presentes, e ainda assim, não concluíram o curso.
Alguns pontos foram levantados na Mesa-Redonda em Florianópolis. Um deles foi o comentário da Professora Miriam Grossi sobre a necessidade dos/as professores/as participantes das Formações terem mais encontros presenciais. Eles/elas sentem falta das trocas de experiências, interação e por que não, de afetos, que não são possíveis na modalidade online.
Outro comentário foi também da Professora Miriam Grossi sobre a importância de oferecer a formação continuada não só para os/as professores/as, mas também para alunos e alunas dos cursos de Pedagogia.
Considero importante a discussão sobre a forte tendência e já realidade dos cursos a distância e de pensarmos na possibilidade de também trabalharmos com formaçao continuada a distância.
Para finalizar, gostaria de chamar atenção para a pertinência da discussão do tema LGBT na Educação, temática presente no cotidiano da sala de aula e no dia-a-dia, que nos faz crescer como cidadãos conscientes da necessidade de respeito e igualdade social.
Patricia Kricheldorf Hermes Araujo

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